Simpósio internacional sobre práticas integrativas em saúde na UnB

Acontecerá na UnB, nod dias 11, 12 e 13 de março de 2014 o 1º Simpósio Internacional de Práticas Integrativas e Complementares Baseadas em Evidências. Com a proposta de debater as práticas integrativas em alto nível de pesquisa e estudo, focando nas evidências e resultados comprovados dos tratamentos, o simpósio tem caráter internacional, com apresentação de diversos trabalhos.

Parte da motivação para a realização do evento deve-se a resistência e preconceito identificado em parte de profissionais de saúde, mesmo com a Política Nacional de Práticas Integrativas do SUS, vigente desde 2006. Logo, adotar uma postura de pesquisas “baseadas em evidências” é natural para quem desconhece as práticas integrativas.

Entre os objetivos da Frente Holística encontramos propostas que tem total sintonia com iniciativas de debate e divulgação científica como este evento:

  • Acompanhar, propor e analisar proposições e programas que disciplinem todos os assuntos referentes à inclusão das Terapias Integrativas no SUS
  • Sugerir e defender políticas públicas que objetivem a inclusão de Terapias Integrativas nos Programas de Saúde
  • Divulgar as terapias existentes, bem como os benefícios que elas trazem

O 1º SIPIC conta com três eixos temáticos: FitoterapiaAcupunturaHomeopatia, sendo que será possível submeter trabalhos e estudos, os quais serão publicados em fascículo especial da revista TEMPUS.

 

Confira a programação do 1º Simpósio Internacional de Práticas Integrativas e Complementares Baseadas em Evidências (1º SIPIC) e demais informações no site.

Primeiro Simpósio Internacional de Práticas Integrativas e Complementares Baseadas em Evidências (1º SIPIC)

Em 2006, o Governo Federal aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS). A política, de caráter nacional, recomenda a implantação e a implementação de ações e de serviços no SUS, com o objetivo de garantir a prevenção de agravos, a promoção e a recuperação da saúde com ênfase na atenção básica à saúde.

A chamada Medicina Complementar do PNPIC envolve basicamente a medicina tradicional chinesa, homeopatia, plantas medicinais e fitoterapia e crenoterapia. A PNPIC apresenta semelhanças com os objetivos propostos pela OMS, por exemplo, a implementação da fitoterapia no SUS e o estabelecimento de uma política de fundos para pesquisa em plantas medicinais no país com foco na biodiversidade brasileira.

Contudo, a implementação dessa política tem sido prejudicada por diversos fatores, tais como a resistência por parte de profissionais da saúde, principalmente prescritores, em adotar as práticas integrativas e complementares na sua prática clínica, devida à falta de formação adequada que forneça ao profissional a segurança necessária para adotar a prática terapêutica, bem como por ainda não estarem convencidos quanto à eficácia e segurança dessas práticas, pois desconhecem as evidências científicas que possam corroborar sua utilização.

Dessa forma, o 1º SIPIC pretende reunir profissionais das diversas áreas da saúde, gestores em saúde, cientistas – brasileiros e estrangeiros – e estudantes de graduação e pós-graduação em um ambiente propício para a troca de experiências, e estímulo à experimentação, no qual será possível mostrar a importância da ampla e correta implementação das práticas integrativas e complementares na prática profissional, principalmente no que se refere à atenção básica.

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